
Na linguagem atual, verificamos uma tendência de fuga às palavras simples. Temos medo que nos julguem simplórios, por isso complicamos a nossa fala.
Visualizar em vez de ver; vivenciar em vez de viver; efetuar em vez de fazer. São alguns dos exemplos de utilização de palavras supostamente eruditas em vez de palavras correntes.
E algumas dessas trocas são até um erro: visualizar e ver não são sinónimos gerais.
Se pudermos dizer o mesmo usando palavras correntes, a eficácia da nossa comunicação estará assegurada.
Devemos falar claro em vez de falar caro.
